sábado, 5 de abril de 2014

Sou Homem

Abro aqui um espaço para outro autor como forma de exercer minha responsabilidade social!

Quando nasci, meu avô parabenizou meu pai por ter tido um filho homem. E agradeceu à minha mãe por ter dado ao meu pai um filho homem. Recebi o nome do meu avô.

Quando eu era criança, eu podia brincar de LEGO, porque "Lego é coisa de menino", e isso fez com que minha criatividade e capacidade de resolver problemas fossem estimuladas.

Ganhei lava-jatos e postos de gasolina montáveis da HotWheels. Também ganhei uma caixa de ferramentas de plástico, para montar e desmontar carrinhos e caminhões. Isso também estimulava minha criatividade e desenvolvia meu raciocínio, o que é bom para toda criança.

Na minha época de escola, as meninas usavam saias e meus amigos levantavam suas saias. Dava uma confusão! E então elas foram proibidas de usar saias. Mas eu nunca vi nenhum menino sendo realmente punido por fazer isso, afinal de contas "Homem é assim mesmo! Puxou o pai esse danadinho" - era o que eu ouvia.

Em casa, com meus primos, eu gostava de brincar de casinha com uma priminha. Nós tínhamos por volta de 8 anos. Eu era o papai, ela era a mamãe e as bonecas eram nossas filhinhas. Na brincadeira, quando eu carregava a boneca no colo, minha mãe não deixava: "Larga a boneca, Juninho, é coisa de menina". E o pai da minha priminha, quando via que estávamos brincando juntos, de casinha, não deixava. Dizia que menino tem que brincar com menino e menina com menina, porque "menino é muito estúpido e, principalmente, pra frente". Eu não me achava estúpido e também não entendia o que ele queria dizer com "pra frente", mas obedecia.

No natal, minha irmã ganhou uma Barbie e eu uma beyblade. Ela chorou um pouco porque o meu brinquedo era muito mais legal que o dela, mas mamãe todo ano repetia a gafe e comprava para ela uma boneca, um fogãozinho, uma geladeira cor-de-rosa, uma batedeira, um ferro de passar.

Quando fiz 15 anos e comecei a namorar, meu pai me comprou algumas camisinhas.
Na adolescência, ninguém me criticava quando eu ficava com várias meninas.
Atualmente continua assim.

Meu pai não briga comigo quando passo a noite fora. Não fica dizendo que tenho que ser um "rapaz de família". Ele nunca me deu um tapa na cara desconfiado de que passei a noite em um motel.

Ninguém fica me dando sermão dizendo que eu tenho que ser reservado e me fazer de difícil.
Ninguém me julga mal quando quero ficar com uma mulher e tomo a iniciativa.

Ninguém fica regulando minhas roupas, dizendo que eu tenho que me cuidar.
Ninguém fica repetindo que eu tenho que me cuidar porque "mulher só pensa em sexo".

Ninguém acha que minhas namoradas só estavam comigo para conseguir sexo.
Ninguém pensa que, ao transar, estou me submetendo à vontade da minha parceira.
Ninguém demoniza meus orgasmos.

Nunca fui julgado por carregar camisinha na mochila e na carteira.
Nunca tive que esconder minhas camisinhas dos meus pais.

Nunca me disseram para me casar virgem por ser homem.
Nunca ficaram repetindo para mim que "Homem tem que se valorizar" ou "se dar ao respeito". Aparentemente, meu sexo já faz com que eu tenha respeito.

Quando saio na rua ninguém me chama de "delícia".
Nenhuma desconhecida enche a boca e me chama de “gostoso” de forma agressiva.
Eu posso andar na rua tomando um sorvete tranquilamente, porque sei que não vou ouvir nada como “Larga esse sorvete e vem me chupar”. Eu posso até andar na rua comendo uma banana.

Nunca tive que atravessar a rua, mesmo que lá estivesse batendo um sol infernal, para desviar de um grupo de mulheres num bar, que provavelmente vão me cantar quando eu passar, me deixando envergonhado.

Nunca tive que fazer caminhada de moletom porque meu short deixa minhas pernas de fora e isso pode ser perigoso.
Nunca ouvi alguém me chamando de “Desavergonhado” porque saí sem camisa.
Ninguém tenta regular minhas roupas de malhar.
Ninguém tenta regular minhas roupas.

Eu nunca fui seguido por uma mulher em um carro enquanto voltava para casa a pé.

Eu posso pegar o metrô lotado todos os dias com a certeza que nenhuma mulher vai ficar se esfregando em mim, para filmar e lançar depois em algum site de putaria.

Nunca precisaram criar vagões exclusivamente para homens em nenhuma cidade que conheço.

Nunca ouvi falar que alguém do meu sexo foi estuprado por uma multidão.

Eu posso pegar ônibus sozinho de madrugada.
Quando não estou carregando nada de valor, não continuo com medo pelo risco ser estuprado a qualquer momento, em qualquer esquina. Esse risco não existe na cabeça das pessoas do meu sexo.

Quando saio à noite, posso usar a roupa que quiser.
Se eu sofrer algum tipo de violência, ninguém me culpa porque eu estava bêbado ou por causa das minhas roupas.
Se, algum dia, eu fosse estuprado, ninguém iria dizer que a culpa era minha, que eu estava em um lugar inadequado, que eu estava com a roupa indecente. Ninguém tentaria justificar o ato do estuprador com base no meu comportamento. Eu serei tratado como VÍTIMA e só.

Ninguém me acha vulgar quando faz frio e meu “farol” fica “aceso”.

Quando transo com uma mulher logo no primeiro encontro sou praticamente aplaudido de pé. Ninguém me chama de “vagabundo”, “fácil”, “puto” ou “vadio” por fazer sexo casual às vezes.

99% dos sites de pornografia são feitos para agradar a mim e aos homens em geral.
Ninguém fica chocado quando eu digo que assisto pornôs.
Ninguém nunca vai me julgar se eu disser que adoro sexo.
Ninguém nunca vai me julgar se me ver lendo literatura erótica.
Ninguém fica chocado se eu disser que me masturbo.

Nenhuma sogra vai dizer para a filha não se casar comigo porque não sou virgem.

Ninguém me critica por investir na minha vida profissional.
Quando ocupo o mesmo cargo que uma mulher em uma empresa, meu salário nunca é menor que o dela.
Se sou promovido, ninguém faz fofoca dizendo que dormi com minha chefe. As pessoas acreditam no meu mérito.
Se tenho que viajar a trabalho e deixar meus filhos apenas com a mãe por alguns dias, ninguém me chama de irresponsável.

Ninguém acha anormal se, aos 30 anos, eu ainda não tiver filhos.

Ninguém palpita sobre minha orientação sexual por causa do tamanho do meu cabelo.
Quando meus cabelos começarem a ficar grisalhos, vão achar sexy e ninguém vai me chamar de desleixado.

A sociedade não encara minha virgindade como um troféu.

90% das vagas do serviço militar são destinadas às pessoas do meu sexo. Mesmo quando se trata de cargos de alto escalão, em que o oficial só mexe com papelada e gerência.

Se eu sair com uma determinada roupa ninguém vai dizer “Esse aí tá pedindo”.

Se eu estiver em um baile funk e uma mulher fizer sexo oral em mim, não sou eu quem sou ofendido. Ninguém me chama de "vagabundo" e nem diz "depois fica postando frases de amor no Facebook".
Se vazar um vídeo em que eu esteja transando com uma mulher em público, ninguém vai me xingar, criticar, apedrejar. Não serei o piranha, o vadio, o sem valor, o vagabundo, o cachorro. Estarei apenas sendo homem. Cumprindo meu papel de macho alpha perante a sociedade.
Se eu levar uma vida putona, mas depois me apaixonar por uma mulher só, as pessoas acham lindo. Ninguém me julga pelo meu passado.

Ninguém diz que é falta de higiene se eu não me depilar.

Ninguém me julgaria por ser pai solteiro. Pelo contrário, eu seria visto como um herói.

Nunca serei proibido de ocupar um cargo alto na Igreja Católica por ser homem.

Nunca apanhei por ser homem.
Nunca fui obrigado a cuidar das tarefas da casa por ser homem.
Nunca me obrigaram a aprender a cozinhar por ser homem.
Ninguém diz que meu lugar é na cozinha por ser homem.

Ninguém diz que não posso falar palavrão por ser homem.
Ninguém diz que não posso beber por ser homem.

Ninguém olha feio para o meu prato se eu colocar muita comida.

Ninguém justifica meu mau humor falando dos meus hormônios.

Nunca fizeram piadas que subjugam minha inteligência por ser homem.

Quando cometo alguma gafe no trânsito ninguém diz “Tinha que ser homem mesmo!”

Quando sou simpático com uma mulher, ela não deduz que “estou dando mole”.

Se eu fizer uma tatuagem, ninguém vai dizer que sou um “puto”.

Ninguém acha que meu corpo serve exclusivamente para dar prazer ao sexo oposto.
Ninguém acha que terei de ser submisso a uma futura esposa.

Nunca fui julgado por beber cerveja em uma roda onde eu era o único homem.

Nunca me encaixo como público-alvo nas propagandas de produtos de limpeza.
Sempre me encaixo como público-alvo nas propagandas de cerveja.

Nunca me perguntaram se minha namorada me deixa cortar o cabelo. Eu corto quando quero e as pessoas entendem isso.

Não há um trote na USP que promove minha humilhação e objetificação.

A sociedade não separa as pessoas do meu sexo em “para casar” e “para putaria”.

Quando eu digo “Não” ninguém acha que estou fazendo charme. Não é não.

Não preciso regrar minhas roupas para evitar que uma mulher peque ou caia em tentação.

As pessoas do meu sexo não foram estupradas a cada 40 minutos em SP no ano passado.
As pessoas do meu sexo não são estupradas a cada 12 segundos no Brasil.
As pessoas do meu sexo não são estupradas por uma multidão nas manifestações do Egito.

Não sou homem. Mas, se você é, é fundamental admitir que a sociedade INTEIRA precisa do Feminismo.
Não minimize uma dor que você não conhece.


Autora do texto: Camila Oliveira Dias

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domingo, 24 de março de 2013

Endereços do Prazer:

Contos Sensuais - Livro 1
Contos Sensuais - Livro 2


Leia os contos selecionados para o seu prazer nos BLOGs acima.
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sábado, 5 de junho de 2010

A BICHA ME TRAÇOU PERTINHO DO MEU NOIVO.

Mesmo namorando durante 3 anos, estava com apenas 21 anos e me via diante de uma difícil decisão: casamento. Meu noivo, Nelson, tinha 24 anos e por questões profissionais tinha que sair do Rio de Janeiro. Ele fora transferido para Recife.
Durante os últimos cinco dias estávamos justamente em Recife, hospedados em um hotel maravilhoso, eu dividia o quarto com a irmã de Nelson, seus pais dormiam no quarto ao lado e Nelson um andar abaixo. Estávamos no almoço de sexta-feira, onde conheceria o decorador contratado pela família de Nelson para decorar nosso apartamento de frente para o mar e, no domingo, meus pais chegariam para formalizar o pedido oficial.
Sei que quem me lê já está imaginando o porquê de minhas dúvidas. Namorava há três anos, estava envolvida com a família dele, ia ganhar um apartamento de frente para o mar... Deve estar imaginando que estou com medo de não resistir à saudade da família e essas coisas. Mas não era nada desse tipo que me incomodava. Eu estava com 21 anos e tinha ainda muita coisa para conhecer e um matrimônio iria me tolher não só da liberdade, mas de muitas aventuras. Quem casa e continua experimentando aventuras sexuais está fadado a chegar ao divórcio antes de descobrir o que é a vida conjugal!
Sai da piscina, coloquei um roupão para poder ser aceita no restaurante e fui recebida com um horrível estardalhaço, acompanhados por voz e gestos afetados da bicha decoradora. Nada contra os homossexuais, eu não gosto de pessoas escandalosas que usam do escândalo para aparecer. O exacerbado atraiu sobre mim todos os olhares do restaurante e irritada e ao mesmo tempo envergonhada fui obrigada a me sentar ao lado daquela besta.
A bicha insistia em falar me tocando para me chamar a atenção para ela. Chegou a descansar a mão na minha coxa e esfregava a mão quase até meu biquíni no afã de ser ouvida.
Queria saber de tudo sobre mim e sobre o Nelson. Acho até que mais sobre o Nelson do que sobre mim, é claro. Acabado o almoço e para fechar detalhes fomos os três para o quarto do Nelson. A bichinha, Lúcia (Lúcio Godofredo – nome, segundo ele, artístico estampado em seu cartão) insistia que tínhamos que conhecer o fim das tardes de sexta-feira em Recife. Dizia ser coisa que não tem em mais lugar nenhum do mundo.
Ele queria ficar a sós com Nelson. Eu, para me divertir depois, aceitei tomar o banho que ele tanto insistia. Eu estava nua, prendendo os cabelos para entrar no chuveiro e “Lúcia” entrou no banheiro prevenindo ao Nelson que não se aproximasse porque eu estava nua e ainda não havíamos casado. Imediatamente pegou meus cabelos e me ajudou a prendê-los enquanto chamava o Nelson de privilegiado pelo meu corpo que em breve seria todo dele.
Eu vi um brilho diferente em seu olhar ao tocar meus seios, acariciá-los e brincar com meus mamilos. Como eu tentava evitar aquele toque fui abraçada enquanto “Lúcia” não parava de falar sobre mim, sobre meu corpo, com Nelson e agora acabei abraçada por ela enquanto apalpava minha bunda acintosamente.
No afã de fugir daquelas carícias que já estavam ao mesmo tempo me irritando e me excitando por estar sendo tocada por um “homem” (nem tanto) tão próxima ao meu noivo, acabei por me grudar ao corpo de “Lúcia” e juro que tive a impressão de uma ereção completa.
“Lúcia” se afastou e abriu a porta do box me dando passagem. Não resisti e fui checar com a mão aquela informação que meu corpo me dera e encontrei um enorme pênis ereto que iluminou imediatamente um sorriso másculo no rosto de “Lúcia” que, me arrepiando, falou ao meu ouvido com voz máscula e sensual que iria me possuir ainda naquela tarde. Aquilo me arrepiou inteira e me umedeceu total e imediatamente. Ele brincou acariciando meu braço arrepiado e levando minha mão a tocá-lo por dentro de suas roupas. Sem resistir acariciei um delicioso, grosso, macio e enorme pênis que de tão guloso já secretava uma gosma que eu trouxe até a língua na ponta do dedo. Foi a vez dele enlouquecer , me puxar para si e me dar um delicioso, maravilhoso e ardente beijo na boca que, louca e extasiada, correspondi enquanto minha mente fazia questão de me lembrar que meu noivo estava ali e isso ainda mais me acendia para o sexo.
“Lúcia” me abandonou e eu estava certa de que ela iria me banhar e apagar o meu fogo ardente que inflamava todo meu corpo. Lá ficaram conversando os dois com “Lúcia” sempre falando alto e afetadamente.
Quando sai do banho percebi que não havia qualquer roupa minha, nem mesmo o biquíni, dentro do banheiro. Certamente “Lúcia” levara tudo consigo. Enrolei-me na toalha que era bem grande e saí do banheiro. Ao perceber os dois homens olhando com gula para meu corpo ardi e fiquei enrubescida e mais uma vez totalmente pronta para o sexo.
“Lúcia” empurrou Nelson para o interior do banheiro dizendo que era a vez dele e entrou junto dizendo que iria ajudá-lo a tirar a roupa e tomar banho. Foi literalmente expulsa do banheiro e Nelson, cuidadoso e para evitar surpresas, trancou a porta. “Lúcia”, falando sempre alto e afetada, perguntou a Nelson se podia pegar uma champanhe no serviço do hotel e ele autorizou. Em poucos segundos a champanhe estava encomendada e eu estava nua e sendo beijada por aquele homem que em poucos segundos deixou meu mamilos endurecidos e sedentos de carícias.
Seus dedos eram mágicos e buscavam a “raiz” de meu grelinho puxando-o para fora com pressões fortes, intermitentes e deliciosas. Meu corpo se entregava, se rendia àquele homem. Ele me sentou com as pernas escancaradas para ele e só então vi meu grelinho maior e mais duro do que nunca.
Ele logo se instalou com a boca entre minhas pernas fazendo com que eu fosse as alturas, quando seus lábios prendiam a base do meu clitóris, o queixo se agitava acariciando toda vulva, a boca chupava trôpega e furiosamente meu grelinho. Mas ele fazia com que eu mordesse a toalha para abafar meus gritos incontidos quando com a ponta da língua me permitia sentir meu grelinho sendo tocado, bem na pontinha e violentamente como se a língua dele fosse um vibrador.
Me clitóris nunca esteve tão excitado e quando ele me proporcionava esse prazer imenso em instantes eu chegava às raias do gozo e ele interrompia seus movimentos.
Ao ouvir o chuveiro fechando ele me disse que o corninho já ia sair do banheiro, tomou meu grelinho e me levou a um inexplicável e imediato orgasmo simplesmente me castigando com sua língua. Ele esperou meu orgasmo se esgotar totalmente em sua boca e eu já aliviada da tensão de estar sendo chupada por um homem enquanto meu noivo tomava banho ali do lado relaxei. Senti ele me tomar no colo, colocar minhas pernas no alto de sua cintura e me deixar descer enquanto me espetava aquele pênis que escorregava para dentro de mim já quase me levando imediatamente a outro orgasmo. Meu noivo podia sair do banheiro a qualquer momento. Ele murmurou ao meu ouvido fazendo minha vagina se contrair totalmente e um arrepio percorrer veloz todo meu corpo: - Será que seu corninho vai gostar dessa posição?
- Nelson abre aí para eu pegar o hidratante e passar no corpo da Tetê.
Meu nome é Tereza e ele já me chamava de Tetê para meu noivo afetadamente enquanto pressionava meu corpo apoiado ele na parede do banheiro e aumentava o ritmo de suas profundas estocadas.
- Me ajuda a chamar o corninho, ajuda. Ele tem que te ver gozando alucinadamente comigo.
Minha vagina entrava em convulsões alucinadas.
- “Lúcia” eu estou todo ensaboado, agora não vai dar.
- Tá bem, bem. Tá bem. Vou ver porque a champanhe demora tanto.
Jogou-me na cama, me pegou pelas costas e me invadiu tão deliciosamente que imediatamente entrei num longo e delicioso orgasmo, ali, de quatro, na cama do meu noivo – fato que minha mente fazia questão de não me deixar esquecer.
Nunca desejei tanto sentir um homem explodir dentro de mim. Lembrei que ele nem usava camisinha (foda-se, estava bom demais). Mas ele não explodiu e fiquei frustrada e, como não podia deixar de ser, querendo mais.
Lúcio se vestiu, me jogou o biquíni, pegou o lençol e me puxou pela mão até a sala me colocando de pé, de frente para ele que se sentou no sofá.
Com o lençol passado pelo meu pescoço, por dentro da parte da frente do biquíni ele fez uma saia que ficou como se fosse um short curto colado nas nádegas e um nó simples deixou sobrar duas pontas que escondia totalmente meu biquíni. Simplesmente uma linda roupa feita de um lençol com estampado florido e colorido.
Ele estava dando os últimos retoques no peito quando Nelson saiu do banho e ficou extasiado olhando para mim e para meu corpo.
- Posso experimentar como fica sem a parte de cima, perguntou com sua voz afetada “Lúcia” e completou: - Assim você verifica se fica muito decotado ou transparente para não passarmos vergonha na rua.
- Tudo bem, respondeu Nelson.
“Lúcia” girou meu corpo com facilidade me colocando de frente para “ela”. Teatralmente soltou o nó do biquíni e foi retirando-o vagarosamente só para deixar o Nelson bem instigado.
Ajoelhou-se, expôs meus seios, acariciou os dois simultaneamente enquanto falava com Nelson. Mordiscou um pouquinho cada mamilo me enlouquecendo de tanta tensão e tanto tesão e medo. Ajeitou como se fosse uma cortina o lençol cobrindo meus seios comportadamente e mais uma vez, com facilidade, girou meu corpo acesso. Foi uma mulher fogosa que olhou para o Noivo e enrubesceu novamente. Ele notou e sorriu feliz; coitado.
Seguimos até o apartamento para falar da decoração. Quando Nelson parou “a bicha” espantou-se eufórica. É aqui? Aqui mesmo? Tem certeza? Qual apartamento? A cobertura?
Ela deu pulinhos, abraçou Nelson e insinuou pular em seu colo. Nelson se afastou.
- Vou mostrar a vocês um apartamento semelhante ao seu já totalmente decorado. O de vocês vai ficar ainda mais lindo com o toque feminino da Tetê.
Chegamos ao último andar, um patamar com apenas duas lindas portas e uma janela basculante inundando o ambiente com ampla claridade solar. Nelson abriu a porta do nosso apartamento vazio e “Lúcia” abriu a outra porta. Levou-nos por todo apartamento. “Lúcia era nossa vizinha e Nelson nem se perturbou, ficou até feliz com isso.
Em vinte minutos a “bicha” se despedia de Nelson no térreo, ele tinha que voltar ao trabalho, prometendo que quando ele chegasse à noite nós, eu e “ela” já teríamos aproveitado de tudo um pouco e até a carteira dele estaria mais leve e sua noivinha mais feliz e satisfeita.
Antes de Nelson fazer a primeira curva já estávamos no elevador bem comportados por causa da câmera de vigilância. Assim que entramos mais uma vez no apartamento de Lúcio a “bicha” evaporou-se como purpurina e ele me garantiu que eu iria adorar o Ricardo. Telefonou para o amigo depois que aprovei suas fotos e eu estava enlouquecida ainda no meu primeiro orgasmo quando Ricardo, já nu, entrou no quarto e beijou-me a boca e todo o corpo, estacionou na minha bunda brincando no meu ânus sem ligar para meus reclamos, era língua, era dedo, era dedos e quando meu orgasmo mais uma vez se anunciava ele encostou seu pênis bem chupado por mim no meu cuzinho virgem que piscava enquanto me assustava por engolir tudo aquilo com imensa desenvoltura. Doeu um pouquinho, mas o prazer compensou tudo e eu explodi sentindo-me totalmente inundada por dois homens que me paparicaram e me possuíram durante muitos anos fazendo de mim, deles, de seus amigos e de meu marido pessoas totalmente realizadas sexualmente.
Mas o resto da história fica para outro dia e se você me achou uma puta saiba que me sentir assim ainda é o que mais me dá prazer. E provavelmente também a sua esposa! E, se você não sabe disso, é porque é um corno!

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